10 tendências da tecnologia para ficar de olho em 2016

oculus-1 - CópiaQuando o assunto é previsão para o Ano Novo, o que se segue é uma infinidades de palpites sobre todos os assuntos possíveis. Na área da tecnologia e empreendedorismo, não é muito diferente.

A Fjord, consultoria global de inovação e design, sondou mais de 750 de seus especialistas em 19 unidades ao redor do mundo e fez uma compilação das possíveis tendências para o ano de 2016. As tendências foram elaboradas com base no mercado americano, mas servem de inspiração para os empreendedores brasileiros.

Confira as 10 grandes tendências publicadas pela empresa:

1. Dispositivos vestíveis e de proximidade

Os dispositivos vestíveis vão forçar as barreiras da inteligência artificial. O aumento do acesso à tecnologia fez com que as pessoas se rodeassem de dispositivos que são capazes de fornecer diversas informações aos produtores sobre o uso e os hábitos do consumidor. Os mais espertos tentarão usar esses dados, de alguma forma, para prever o que o usuário deseja e oferecer isso a ele, fazendo crescer ainda mais este mercado em 2016

2. Privacidade do consumidor

Com o avanço da internet, a preocupação com o uso que apps e empresas fazem dos dados de privacidade tem crescido. O rastreamento dos hábitos das pessoas pode ser muito vantajoso pelo número de dados que pode ser coletado. No entanto, empresas terão mais cautela com as informações fornecidas por seus usuários, implementando programas de privacidade a fim de ganhar mais força nos negócios.

3. Experiência do empregado

Fjord prevê que, até 2025, o mundo desenvolvido sofrerá um redução de mão de obra qualificada de cerca de 56 milhões de pessoas. Pessoas da Geração X e Boomer, que preferem as formas mais tradicionais de trabalho, vão continuar a se destacar perante aqueles da Geração Z e Millenials, que tendem a trabalhar por menores períodos de tempo em um mesmo local, valorizando apenas o que consideram mais importante. Por isso, as empresas terão que, cada vez mais, valorizar a experiência dos seus funcionários, oferecendo melhores condições e reconhecendo os talentos.

4. Novas plataformas

A tendência é que os aplicativos conversem cada vez mais com vários aparelhos ao mesmo tempo. A Visa, por exemplo, está buscando uma forma de se conectar com o carro para que qualquer tipo de compra seja realizada sem que o condutor precise sair do veículo, como um Sem Parar.

5. Serviços de luxo

Com aplicativos de motoristas, como o Uber, as portas se abriram para as pessoas perceberam que são capazes de adquirir tudo que lhes parece necessário com apenas um toque na tela do smartphone. Essa moda deve se expandir para as áreas de banco, saúde, educação e compras, aumentando a quantidade de serviços de luxo disponíveis.

6. Ações sociais

Alguns aplicativos de ações sociais já ganharam espaço. Segundo o relatório da Fjord, essa tendência tende a crescer e pode até mesmo atingir algumas entidades de governo.

7. Dispositivos para saúde

O preço de aparelhos para acompanhamento da saúde tende a diminuir cada vez mais e até aqueles que vão muito além da contagem de passos podem ser encontrados por menos de US$ 100. Esse é um investimento útil e que não pesa mais tanto no bolso. O crescimento também está relacionado com uma maior preocupação com a saúde e bem-estar.

8. Realidade virtual

Nesse ano, começam a sair as primeiras versões dos produtos de realidade virtual da Sony, Oculus e Samsung para consumidores. Quem pensa que o maior objetivo para essas vendas são os games, está muito enganado. A realidade virtual será usada para estudos científicos, turismo virtual e até mesmo educação.

9. Serviços que facilitem a tomada de decisões

Serviços que oferecem sugestões de estabelecimentos próximos à sua localização para tomar um cafezinho, como o Google Now, tendem a crescer, já que oferecem um pequeno alívio à atualidade acelerada e cheia de escolhas do usuário.

10. Design thinking em grandes empresas

Sempre pressionadas a inovar, grandes empresas estão investindo cada vez mais em incubadoras e aceleradoras e se aproximando da ideia de design thinking. Startups e novos empreendedores vão ajudar essas companhias a inovarem e se fortalecerem na era digital.

 

As informações são da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

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